18 de dezembro de 2013

A CONSCIÊNCIA DO EXISTIR

Descobri que leva-se um certo tempo para construir a confiança e apenas segundos para destruí-las, e que posso fazer coisas em um instante, das quais me arrependo pelo resto da vida. Aprendi que a verdadeira amizade continua a crescer mesmo a longa distância. E o que importa não é o que se tem na vida, mas o que tenho da vida. E que os bons amigos são como a família que posso escolher. Aprendi que não tenho que mudar de amigos se compreender que os amigos mudam. Perceber que meu melhor amigo quando juntos posso fazer qualquer coisa, ou nada, mas, sobretudo terei bons momentos juntos. Descobri que essas pessoas queridas, são iluminadas e que prontamente sou tomado pelo seu brilho. Elas entram na vida da gente e deixam sinais, são como músicas. Como a sonoridade do vento no final de uma tarde. Amigos são como música, que foram compostas para serem ouvidas, sentidas, compreendidas e interpretadas, como uma melodia.

Descobri algumas vezes que a pessoa que você espera que o chute quando cai, é uma das pessoas que vai ajudá-lo a levantar-se. Aprendi que a maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tive e o que aprendi com esse conhecimento empírico, do que os aniversários celebrados. Aprendi que nunca  se deve dizer à uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes quanto essa  fala, já que ela poderia tornar-se uma tragédia, caso elas acreditassem nisso.

Quando fui perseguido por uma diretora de escola pública, em seguida dispensado do magistério em 2009, eu sabia que precisava criar uma nova forma de vida. Mudei minha maneira de pensar sobre o que é viver. Deixei para trás a esfera das realizações e entrei para o mundo do prazer da escrita, do relaxamento no meio de tantas maravilhas que vim a descobrir com a literatura. Senti o corpo atingir o auge da minha força, que agora começa a perdê-la. É nesse momento que se identifica, não com o corpo que está começando a decair, mas, com a consciência da qual ele é um veículo. Contemplo esse corpo como um veículo. O corpo é como a lâmpada que leva a luz. Sou a luz da qual o meu corpo é a lâmpada. Com ele transporto minha consciência.   

Por conseguinte, a metáfora do corpo como um veículo da consciência, quando identifico-me com essa consciência posso observar o meu corpo decair, como um carro velho. Contudo, é algo que todos nós esperamos, e aos poucos vamos nos desintegrando. É nesse momento que a consciência reencontra a consciência cósmica. Portanto, devemos sempre tratar com atenção e gentileza, as pessoas queridas que realmente amamos, proferindo palavras amorosas, pois pode ser que seja a última vez que a veremos.

12 de dezembro de 2013

SATISFAÇÃO EM SER LIVRE

A partir do momento em que não se sente livre para sentir o que se sente, ficamos vulneráveis e à mercê de doenças psicossomáticas. Significa a negação das emoções, que é um querer concreto do ser humano. O não aceitarmos na nossa totalidade. O fato de negarmos o que sentimos culmina numa insatisfação, pois a energia emocional continua procurando uma forma de ser liberada. O fato de não estarmos familiarizado com nosso mundo interior e de mantermos nosso foco no mundo exterior, faz com que tenhamos pouca liberdade em permitir sentir ou não nossos sentimentos. Por outro lado, quando o mundo externo não permite que nos expressemos, acabamos por nos bloquear internamente também. Se formos proibidos de expressar a raiva, podemos acumular mágoas, ressentimentos e até mesmo desenvolver outros sintomas físicos ou psíquicos.

Porém, sentir e não poder expressar, contém um grau de frustração diante da liberdade. A pessoa tem permissão para sentir, mas não para deixar claro esse sentimento. O que os outros vão pensar se eu mostrar meus sentimentos? Seja ele positivo ou negativo. Entretanto, temos permissão para sentir, falar, mas não para agir em função do que sentimos. Nosso sentimento fica dissociado da nossa conduta, muitas vezes por não ter aprendido a tomar decisões baseadas nas emoções.

Agir no impulso da emoção, sem controle é típico de quem coleciona determinadas emoções segundo a psicóloga e educadora Ana Maria Cohen, que acrescenta. “Pode-se trocá-las por explosões, brigas, vingança ou mesmo homicídio e suicídio”. A ação baseada no impulso, embora caracterize uma liberdade maior, não é isenta de problemas. Se tiver raiva contida, explode, não importando onde ou com quem. Se tiver medo, paralisa ou foge, agindo impulsivamente. Isso já é um indicador que a pessoa tem um problema emocional de fato.

Portanto, apesar de parecer natural sabermos avaliar nossas sensações e sentimentos, não é bem assim que ocorre. Para tanto, é preciso, em primeiro lugar, saber sentir nosso próprio corpo. Prestar atenção nas sensações, uma habilidade da mente de nos conectarmos com a realidade, pois por meio dela percebemos o que está ocorrendo, tanto em nosso corpo como em nossa mente. Contudo, visualizar, sentir e agir quando conveniente, respeitando o outro e a si mesmo, é o próximo passo na direção da liberdade emocional. Isso acontece quando, ao sentir e poder verbalizar, a pessoa resolve se é conveniente ou não manifestar a emoção e qual a melhor forma de expressá-la. Como diz  o filósofo alemão Arthur Schopenharuer (1788-1870): “quem vive deseja, quem deseja sofre, a vida é dor”.  

8 de dezembro de 2013

SE FOR PARA SER FELIZ

Se for para esquentar, que seja no sol, de preferência ao lado de alguém especial. Se for para enganar, que seja o estômago. Se for para chorar, que chore de alegria. Se for para mentir, que seja a idade. Se for para roubar, que roube um beijo da pessoa amada. Se for para perder, que se perca o medo de revelar o amor que sente pelo outro. Se for para cair, que seja na gargalhada. Se for para existir a guerra, que seja de travesseiros com aquela pessoa especial. Se existir a fome, que seja de amor. Se for para ser feliz, que seja o tempo todo. Se possível ao lado da pessoa que te emociona. Porque o amor não é um sentimento qualquer, que se acha facilmente todos os dias da vida, como se imagina que seja. Se quisermos a felicidade, temos que correr atrás e não esperar que ela bata a nossa porta. Isto é, se for para ser feliz é claro!

Portanto, ou nos confortamos com a falta de alguma coisa em nossas vidas ou lutamos para realizar todos os nossos desejos e prazer com a vida. Quem não consegue compreender um gesto, o valor de um silêncio, aquilo que nos faz falta para o nosso corpo e nossa alma. Assim como aquele bilhetinho carinhoso que postamos para alguém especial. Tampouco compreenderá o que é ser feliz. Porque para ser feliz não precisa de longas explicações. Basta simplesmente se deixar levar como um barco a vela em alto mar. O espírito que sopra esse barco lhe conduzirá ao encontro do outro DNA. Pois a escolha do outro é feita através do DNA, a chamada química. É ele que vai carimbar e selar esse amor, como um pacto de sangue. A natureza é sábia e por isso tem a sua lógica natural.

6 de dezembro de 2013

O PENSAMENTO É O DIÁLOGO DA ALMA

Só ao seres humanos é dado a possibilidade de dialogar, o que faz do diálogo uma característica própria e única da natureza humana. Assim como a capacidade de fazer perguntas objetivas, visando sempre a busca do conhecimento, estabelecendo relações e comunicando ao outro através da linguagem oral ou escrita. Contudo, o acesso ao pensamento e a representação das ideias se da no diálogo aberto e franco. No entanto, o diálogo é a troca de ideias, é formar novas ideias a partir de um novo conceito.
A nossa capacidade de se dirigir e de dialogar com o outro, nos torna igual, estabelecendo assim uma relação, e esse comunicar com o outro através da linguagem nos permite o acesso ao pensamento e a representação do mundo das ideias. Todavia, o diálogo pressupõe a reciprocidade existencial e esta pressupõe a diferença e ao mesmo tempo a semelhança, já que é devido à diferença que podemos enriquecer com a comunicação. Através do diálogo alargamos os horizontes da exigência do pensamento, pois para se responder e argumentar as ideias tem de se fazer uso constante do raciocínio.
Os Diálogos de Platão (427-347 a.C.), nos mostra todo o processo de elaboração do pensamento, e a dialética não é mais do que a arte de raciocinar ou de dialogar. É discutir as razões das próprias ações, num pensar diferente. Tendo em vista, que nas objeções de Sócrates (470-399 a.C.), obrigam o seu interlocutor a procurar uma verdade que este pensava já possuir. Da opinião a verdade, do particular ao universal, o diálogo é o próprio caminho do pensar crítico. Tendo em vista, que a filosofia antiga não tem as opiniões como base, somente os fatos.
Para Platão, o pensamento é o diálogo da alma consigo mesma. Vou além, penso ser um diálogo entre as almas e não como afirma o mestre. Como ele dizia: “Só te ama, aquele que ama a tua alma”. Aqui implica um diálogo entre duas almas, compartilhando da mesma essência. Por conseguinte, a filosofia contemporânea, assim como a fenomenologia dão ao diálogo uma importância primordial, porque ele é constitutivo de um mundo verdadeiramente humano, isto é, de um mundo comum mas composto de diferenças e diversidades.
Portanto, para que o diálogo torna viável o entendimento entre as pessoas e casais numa relação afetiva, o diferencial que marca essa relação são os valores que ambos acreditam e trazem como experiência de vida. Contudo, se as pessoas pautarem suas vidas na ética e nos princípios morais, e comungarem esses valores, o diálogo funciona. Porque o diálogo é racional e os valores estão além da razão. Os valores estão no terreno da consciência cósmica, na totalidade do ser. É reconhecer no outro a minha identidade humana. Enfim, o que faz o ser humano realmente bom é a consciência do seu ser e a vivência do seu agir. Fora disso temos um ser humano egoísta e diluído pela indiferença. 

1 de dezembro de 2013

EDUCAÇÃO COMO SINÔNIMO DE ESPERANÇA

Em nosso país ninguém duvida da necessidade e da urgência de rever a nossa educação, enquanto instrumento de transformação de um povo. Dentre as muitas carências existentes no contexto nacional, a educação está entre as primeiras necessidades sociais. São milhões de brasileiros que sobrevivem abaixo da linha de pobreza. Um país economicamente rico, com um povo pobre e basicamente analfabeto. Nesta circunstância triste e cruel, será preciso pensar num projeto educacional sério, efetivo que demonstre resultados. Todavia, não basta dar escola para todos, será preciso pensar em desenvolver no interior das escolas publicas um ensino de qualidade que vá eliminando, gradativamente, a velha dualidade da educação publica e privada. Precisa-se de uma escola que possa ser frequentada por todos. Pobres e ricos sem qualquer distinção de raça, cor, religião ou sexo, como estabelece a Constituição Federativa Brasileira.

Em que consiste a educação hoje? Que modalidade ou aspecto dela é mais interessante? Quem realiza a educação como um processo? Quais são as metas ou fins a que se propõe a educação? A educação não é algo que se possa fazer de fora para dentro da pessoa, como uma imposição. A educação é uma realidade vital e condicionada por circunstâncias concretas e chamada a superá-la a partir da própria situação em que se encontra o sujeito da educação. No caso aqui exposto, o sujeito é o aluno. A pergunta correta a se fazer é a seguinte: “A escola da resposta às necessidades presentes?” “Nosso sistema educativo continua sendo para o aluno um sistema educativo que o atrai e o estimule?”

A educação é normalmente considerada nos diferentes países, como uma das prioridades a ser atendida nos planos dos governantes como principal necessidade social. Mas, esse mesmo pressuposto assinalado acima não demonstra nem de longe, a importância de rever e melhorar o modelo educacional que ai está. Tarefa nem um pouco fácil para esse grupo de seres humanos, que são nossos educadores, que dão suas vidas para que a educação permaneça viva no seu leito quase terminal.

Portanto, a educação deve ser pensada de dentro para fora do indivíduo, caso ainda deseja os nossos governantes, ver um ensino de qualidade e um povo civilizado. Tendo em vista, que nenhum Ministério de Educação do mundo, perguntou o que as crianças e jovens gostariam de estudar e aprender. Até porque ninguém e muito menos os governos, estão interessados em ouvir os estudantes, o que de fato pensam e sentem sobre a atual e famigerada educação que aí está. Se desejarmos um dia ser grandes em matéria de educação e conhecimento. Se realmente quisermos ser civilizados, primeiro temos que ser educados.   

26 de novembro de 2013

O GRANDE APRENDIZADO DA VIDA

Tudo o que se vê não é igual o que a gente viu a um segundo. Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia. Essa frase foi extraída de uma música do cantor e compositor Lulu Santos, lançada em 1983. Achei apropriada para a nossa reflexão, tendo em vista, que a perfeição não é um atributo humano. Porém, todas as pessoas têm os seus defeitos e, apoiam-se sobre seus semelhantes. Só o amor torna esse peso mais suportável. Mas se você não pode suportar aquele que te chama de meu amor, então, como alguém poderá lhe suportar? Falar mal do teu próximo pelas costas é feri-lo na alma. Por mais profunda que seja as feridas da alma, ainda o tempo, esse grande consolador, sempre nos oferece o seu balsamo.

Quantas vezes nos precipitamos nos julgamentos e, com isso, impedimos que o outro se revele, porque nossas atitudes o bloqueiam. Só uma convivência muito íntima e amorosa poderá fornecer elementos para que, verdadeiramente, conheçamos alguém. Ainda assim, é muito temerário o julgamento, pois nossos padrões podem não ser os mais exatos, ou os mais corretos. O melhor mesmo é aceitar sem fazer julgamento, acolher para realizar uma missão de paz, amar para que haja autenticidade e equilíbrio. Num relacionamento autêntico, cada um se interessa pelo outro de maneira genuína. Que se revela através de uma demonstração constante de admiração e respeito, aparecendo em palavras, atos de gentileza, consideração e educação.

Já no relacionamento amoroso, sempre vive melhor, ou mais em harmonia com o outro, aquele que oferece conforto na presença silenciosa do outro, com quem você sabe que, através de palavras ou da linguagem corporal - porque o nosso corpo fala - compartilhada de confiança mútua, honestidade, admiração, devoção acompanhada daquele estremecer de felicidade simplesmente no ser e estar juntos. É um dizer para o outro, entre em minha vida, estou aberto e pronto para recebê-lo. A felicidade é a aceitação do que existe, e a infelicidade é a luta para que haja de qualquer maneira o que não deveria existir.

Portanto, o grande aprendizado da vida, é saber estar com quem à gente gosta ou ama. O que posso dizer é que para estabelecer uma boa relação com o outro, tem que haver reciprocidade. Maior clareza naquilo que você realmente espera da vida e do outro com o qual você se relaciona. Isto é saber viver em sociedade. Contudo, afirmo-me como pessoa na medida em que assumo a responsabilidade do que faço e digo ao outro. Falar mal ou fazer mal a alguém é matar a sua essência humana. É um ato de desumanidade. Quem ama, sempre vai amar e nunca vai maltratar o seu próximo. Dar amor é preparar-se para o encontro com a divindade.

24 de novembro de 2013

A ALEGRIA DE BRINCAR

A alegria de brincar está na essência da vida, assim como amar também está. Se estivermos felizes sem nenhuma restrição, nossa vida amorosa será linda, isso é maravilhoso. Pois essa vida é provavelmente uma grande e gloriosa aventura de realizações físicas, intelectuais, emocionais e espirituais. Desde que saibamos dar e receber amor. Sentir-se amado é talvez a necessidade mais imperiosa na vida dos seres humanos. Mesmo que por alguma razão nos sentimos rejeitados na infância, e ainda continuamos a sentir. É na alegria de brincar que a criança aprende com os adultos o que é ser gente grande.

Tive o privilégio na minha vida estudantil de ter bons professores. Entre esses grandes mestres estavam a Profa. Dra. Alina Purvinis Musolino, que lecionava Psicologia da Personalidade no curso de graduação em Filosofia. Sua principal tese era mostrar como acontecia na primeira infância o aprendizado do padrão mental negativo, geralmente herdado dos pais, e que na idade adulta leva o indivíduo a não acreditar no que está sentindo e vivendo no campo afetivo. Aquela vida amorosa que você desejou ou lutou em vão para construir, não foi apenas um sonho de jovem idealista. O amor não é apenas uma palavra. Realmente é possível amar e ser amado sentindo-se realizado, não apenas por um momento, mas por toda a vida. É preciso começar a confiar e querer mudar. Descontrair o espírito e relaxar o coração.  

Para a psicóloga e educadora Alina Musolino, a satisfação dessa necessidade resulta a saúde mental, o equilíbrio emocional e o desenvolvimento da capacidade para amar a si próprio e aos outros. A frustração dessa necessidade e a introjeção de um padrão mental negativo, auto-rejeitador, agressivo e defensivo, geralmente herdado dos pais, ainda na primeira infância, onde forma a raiz de todas as neuroses que impedem o pleno amadurecimento da personalidade e a vivência de experiências gratificantes nos planos emocionais afetivos, físico-sexual e profissional. Para consolidar a paz esperançosa entre o meu adulto e a criança que habita em mim, esses dois adversários de toda a vida, precisam aprender a brincar juntos, a conciliar o bom humor. São duas forças antagônicas que se completam. O emocional e o racional.

O que significa brincar? Que parte da vida você considera brincadeira? Sua brincadeira é verdadeiramente despreocupada, alegre e feliz? A maioria das pessoas, não é capaz de brincar dessa maneira positiva. É bom lembrar, que a competição destrói o espírito da brincadeira. Grande parte das reuniões sociais, principalmente, nos bares onde a embriaguez também não é lazer, tendo em vista, que seu objetivo é o alivio da solidão e a esperança, de achar um parceiro de cama, para encher momentaneamente a taça vazia de amor. No entanto, a necessidade de atenção ou de aprovação no lazer, assim como no trabalho, sempre vem da síndrome do amor negativo. Aqueles que não se sentem amados e indignos de amor carregam esse fardo, para todas as áreas de sua vida.

Infelizmente, muitas crianças nunca brincam com prazer. Ou elas estão sozinhas, sentindo-se não amadas e rejeitadas, ou experimentam as brincadeiras negativamente, brigando, atirando coisas e perturbando a diversão dos outros. A brincadeira negativa é outra forma de condicionamento de amor negativo dos pais não amorosos. Contudo, aprendemos que a mãe e o pai são a fonte dos nossos problemas amorosos. No entanto, eles próprios são vitimas inocentes da infelicidade que sentem, mas não declaram. E o mais grave, você sabe que pode estar em guerra contra você mesmo e que também é inocente nessa história. Como humanos somos dignos de amor. Somos parte da luz, e como tal cada um está na luz. Debaixo das camadas de negatividade, está sua essência real positiva e perfeita. Seu ser espiritual. O amor positivo não precisa ser aprendido. Simplesmente deve ser descoberto.

Portanto, quando o eu emocional chega à mesma idade cronológica do intelecto adulto. Quando se olham amorosamente no santuário da sua essência, compartilham os cinco passos do amor que é: compreensão sem condenação, compaixão, aceitação, perdão e amar juntos. Contudo, o amor é mais do que algo para aprender a respeito. É a experiência humana máxima e temos o direito de reivindicar essa experiência. Cabe a cada um apenas revelar sua essência indestrutível, semelhante a um diamante, positiva, amorosa e espiritual. Essa luz que é você.

A RELAÇÃO ENTRE INTELIGÊNCIA E SOCIABILIDADE

Em um trecho da palestra para a TV Feira do Livro, Leandro Karnal fala sobre a relação entre inteligência e sociabilidade, em sua fala ele m...