23 de setembro de 2025

AMOR QUE SE PREZA NÃO TE DESPREZA

O primeiro amor nem sempre chega na ordem certa. Às vezes, ele vem quando a alma já carrega cicatrizes e o tempo já desenhou histórias em nossa pele. Mas há algo mágico nisso: os amores tardios trazem uma intensidade diferente, um calor que não queima, mas aquece um refúgio onde o cheiro é de lar e os beijos têm o sabor exato de cereja com romã.

Quando acumulamos fracassos sentimentais, sentimos que nosso coração, outrora vivo e pulsante, se tornou pedra e afundou no poço do desencanto. Mas o amor, quando verdadeiro, nos prova que até as pedras podem florescer.

Com o passar dos anos, podemos nos enxergar como frutas maduras, ligeiramente marcadas pelo tempo. Mas é preciso lembrar: o sabor mais doce vem da maturidade, não da imaturidade. O que nos define não são as feridas que carregamos, mas a capacidade de sentir, de desejar, de nos entregar sem medo.

Nesse encontro, ninguém precisa renunciar ao passado. Ele simplesmente coexiste, assim como nossas cicatrizes e rugas, que contam histórias de vida e não de fraqueza. Porque o amor maduro não entende de idade — ele compreende apenas a alma.

Então, não importa se o primeiro amor não chegou na juventude. A vida nunca segue uma ordem perfeita, mas sempre tem um jeito maravilhosamente caótico de nos surpreender. E enquanto tivermos sonhos e um coração que se recusa a envelhecer, sempre haverá espaço para um amor que chega no tempo certo, mesmo que esse tempo seja agora.

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Existe uma dor silenciosa presente em muitos homens casados que quase nunca é verbalizada. Não porque ele não tem coragem, mas porque muitos...